Depois de uma péssima campanha em 58, a Argentina chega à Copa de 1962 com o sonho de disputar a final contra o Brasil.
Os “Hermanos” se classificaram nas eliminatórias atropelando o Equador e no Mundial caíram no gruo IV junto com duas potencias, Inglaterra e Hungria e com a despretensiosa Bulgária.
A estreia foi com a Seleção Búlgara que disputava sua primeira Copa e por isso era bem desconhecida deste lado do atlântico. A partida não poderia ter começado melhor para os argentinos, que anotaram um gol logo aos 4 minutos. Mas depois disso o jogo físico e de marcação dura dos europeus anulou o ataque dos sul-americanos e mesmo com a vitória por 1 a 0 a equipe foi criticada, já que as expectativas eram muito maiores.
Na segunda partida o adversário foi a Inglaterra, que vinha de derrota na estreia. O técnico argentino Juan Carlos Lorenzo fez quatro alterações para essa partida e o resultado foi uma argentina perdida e desorganizada em campo. O time sul-americano apostou, de forma desastrosa, na linha de impedimento e deixou os adversários na cara do gol várias vezes. Com isso os ingleses marcaram duas vezes na primeira etapa e mais uma na etapa final, nos minutos finais o astro do time, Sanfilippo, ainda conseguiu diminuir. Ainda assim, a derrota por 3 a 1 deixava a Argentina com poucas chances de classificação.
Fechando a primeira fase a Argentina enfrentou a poderosa Hungria que vinha de duas grandes vitórias. O desespero argentino era tampo que desta vez o técnico fez 7 alterações na equipe. No entanto, assim como nos jogos anteriores a equipe se perdeu em campo e foi incapaz de ameaçar o gol húngaro. Os europeus, que já estavam classificados, entraram com um time misto e não mostraram muito interesse na partida. O resultado foi um 0 a 0 sem grandes emoções.
Na outra partida do grupo, Inglaterra e Bulgária também empataram em 0 a 0 e a Seleção Argentina acabou eliminada por conta da média de gols. Mesmo jogando tão perto de casa a Argentina foi eliminada novamente na fase de grupo, ocupando desta vez a 10ª colocação geral.
Como sempre em 62, a Argentina usou sua tradicional camisa listradas em branco e celeste com o calção preto, a novidade veio com as meias cinzas.
PRIMEIRO UNIFORME

Esse uniforme foi usado nas partidas contra a Bulgária e contra a Hungria.
No entanto, contra a Inglaterra, que jogava toda de branco, a Argentina usou pela primeira vez em Copas, um uniforme reserva oficial e não improvisado. A então camisa reserva era azul com golas brancas, mas o calção preto foi mantido, assim como as meias cinzas, pois o alternativo também era branco.
SEGUNDO UNIFORME

Os goleiros Antônio Roma e Rogelio Domínguez, novamente usaram camisas amarelas nesse Mundial, combinados com o calção preto e as meias cinzas.
UNIFORME DE GOLEIRO





especialmente como seu unifo
O uniforme principal da Argentina permaneceu basicamente inalterado até a década de 70 quando enfim ocorreram algumas inov
grossura e estilo das listras na camisa, além é claro de mudanças nas golas. Até que no final do XX e início do século XXI, período em que a Reebok produziu os kits, o calção passou a ser azul. No final de 2001 com a volta da adidas o calção preto também voltou.
Mais de uma década sem alterações, com exceção de algumas temporadas em que as meias passaram a ser pretas. Até que, recentemente a adidas, a pedido da FIFA, passou a buscar confeccionar uniformes sem grandes contrastes de cor. Ou seja, camisas escuras com calções escuros e camisas claras com calções claros, de preferência exatamente da mesma cor. E para se adequar a essa característica o calção da Seleção Argentina, usado na Copa de 2014, passou a ser branco quebrando uma tradição de mais de 100 anos.
Depois disso a Argentina voltou a ter camisa reserva na década de 50 e então ela passou a ser azul e não mudou mais. Variando apenas a cor do calção que na maior parte das temporadas foi branco, mas também teve versões azuis.
chegou, em algumas épocas a ter um terceiro uniforme, ela é uma das poucas equipes nacionais com essa variedade. Em todos os casos o Terceiro uniforme era todo branco e foi produzido entre 78 e 83, em 96 e 2004.
Os uniformes de europeus e sul-americanos eram muito parecidos e como a Argentina não tinha uniforme reserva pegou emprestado a camisa de um time local, o IFK Malmö.



